Há 13 anos
quarta-feira, 25 de outubro de 2017
sexta-feira, 20 de outubro de 2017
Astrogilda Pereira de Araújo, currais-novense, nascida aos 23 de julho de 1914, filha de Elias Enock Pereira de Araújo e de Maria Olindina Silveira de Araújo foi exemplo de educadora e professora do Estado do Rio Grande do Norte/RN, além de conciliar com seus valiosos dotes culinários, especialmente, para à época numa cidade do interior, do RN, como Currais Novos. E tendo em vista que a mulher, nessa época era incapaz de assumir responsabilidades, devendo sempre, estar sujeita à tutela do chefe de família, fosse ele o pai, o marido ou o irmão. Era educada para ser a “RAINHA DO LAR”. “Assim, Dona Astrogilda, como era conhecida pelos seus alunos foi alfabetizada pelo seu Pai e concluiu o curso primário, no Grupo Escolar “Capitão Mor Galvão”, com a professora Maria Isaura de Carvalho, de 1921 a 1926, de 1927” 1927, estudou em curso particular no Externato “ FREEBEL” dirigido pelo Professor Gilberto da Cunha pinheiro e parou de estudar, indo concluir seus estudos através de cursos para professores leigos, de 1965 à 1966, durante o governo de Aluísio Alves e outros foram feitos para à sua complementação pedagógica, durante o governo militar.
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Astrogilda relatou que foi oficializada sua nomeação,
através da Portaria nº 02, de 15 de 1951, durante a gestão do prefeito Doutor
Silvio Bezerra de Melo, tendo ido prestar exame em Natal, na Secretaria de
Educação, que tinha como Secretário Severino Bezerra. Um caso inusitado
aconteceu segundo ela, chegando lá, teve uma grande alegria por ter encontrado
o seu ex- professor Gilberto da Cunha Pinheiro, que a encorajou muito para
assumir a cadeira pedagógica na fazenda Florestina, na gestão do governador sua
Excelência Dr. Dix-Sept Rosado. Mas, é importante salientar que Dona Astrogilda
com a vocação que sempre sentiu, já lecionava por conta própria desde 1933, com
um grupo de alunos de 23 a 30 alunos e sentia-se muito feliz em realizar esse
trabalho para ajudar ao próximo. Além disso, por Ela, vários outros cursos
foram efetivados, complementando a ação pedagógica, como: recreação, nutrição,
liderança comunitária, arte culinária, bolos artísticos e muitos outros.
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Na vida religiosa participou do CORAL da Igreja
de Santana (1ª voz) e paralelamente atuação constante na preparação de festas,
barracas e leilões da Igreja católica.
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DURANTE FESTEJOS EM CURRAIS NOVOS |
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Clube 4 – S LEMA:(SAÚDE SENTIR, SABER E SERVIR) |
Além disso, foi fundadora do Clube 4 – S, de
jovens e alunos da comunidade, orientados por Agrônomos e Intencionistas da ANCAR
– Associação Nordestina de Crédito e Assistência Rural, hoje EMATER, que
recebeu o nome de Maria Olindina, em homenagem a sua mãe. O prédio da Escola
foi construído em 1968, na gestão municipal de Mariano Guimarães e foi
inaugurada no dia 20/01/1969. Anteriormente a escola funcionava em um Armazém
da Fazenda Florestina, cedido pelo seu irmão Vivaldo Pereira de Araújo
Sobrinho.
Em sua trajetória de vida tanto nos planos sócio cultural, religioso, doméstico e profissional que se refere também à gastronomia, deu a Currais Novos e porque não dizer ao Seridó e ao Estado, passos significativos, do conhecimento culinário, traços predominantes, tanto das antigas culturas, como da moderna. Em 1970, Astrogilda Pereira dirigiu a preparação do almoço para Sua Excelência, então, Presidente da República, Emílio Garrastazu Médici e paralelamente, sob orientação, do comandante do 3º BEC – Construção, que era sediado em Currais Novos. E entendia que cozinhar era para Ela uma Arte de nutrir o ser humano e embelezar a mesa e a vida de uma sociedade moderna.
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ASTROGILDA FALECEU, EM 24-12-2006 EM SUA CASA, NA PRAÇA CRISTO REI - C.NOVOS. |
quinta-feira, 19 de outubro de 2017
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UM DOS PRECURSORES DOS NEGROS DO LUDUGÉRIO - TOTORÓ |
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NEGROS DO RIACHO |
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DORINHA NASCIMENTO |
Eles eram trazidos à força para o
Brasil e o que os esperava aqui, era uma vida de sofrimento, maus tratos,
açoites e torturas. “Trabalhavam “sem parar, eram fiscalizados pelo feitor, que
os açoitavam com chicote de couro cru “o bacalhau”. Na África, de onde vinham,
esses povos tinham a sua própria história, inclusive religião e sua sabedoria.
Mas aqui no Brasil os laços familiares eram destruídos. Ninguém os protegiam,
eram considerados povos sem “alma”, vendidos como animais olhavam os dentes
para adivinhar sua idade. Suas genitálias eram cuidadosamente examinadas, a fim
de garantir uma boa reprodução, afinal era a mão de obra escrava. Essas e
outras histórias são conhecidas pelo nosso povo, mas a maior lição que podemos
tirar de todas essas e outras é a resistência do negro que veio a culminar,
orgulhosamente, com uma grande DIVERSIDADE CULTURAL.
Hoje, infelizmente, no Brasil, o
racismo, ainda é, uma realidade e que nós, em sua grande maioria, tentem a
esconder, `falando com a maior naturalidade que todo mundo é igual. Mas, a verdade é que muitos que não dizem ,
pensam e alguns ainda, desabafam raivosamente: É negro por derradeiro... Lugar
de Negro é na cozinha e assim por diante. Na prática, mesmo sem percebermos,
sempre se afirmou a inferioridade do negro e que mesmo com várias conquistas,
ainda estamos longe do almejado, justo e digno.
E nesse sentido, numa das
entrevistas que fiz, a de DORINHA NASCIMENTO, foi uma das mais interessantes,
no dia 30 de novembro de 2003 para uma página do JORNAL A NOTÍCIA, de Currais
Novos/RN. Vejamos:
Liberdade se toma não se recebe,
dignidade se adquire não se concede. Com essas palavras, Dorinha Nascimento,
com gestos faceiros e sorrisos nos lábios, resquícios de sua raça negra, chega
e senta para conversar conosco.
Eu: Como você se sente sendo
negra?
Ela: - Sinto-me muito bem, sou
muito original e na outra reencarnação, se eu tivesse que voltar, queria ser
esta mesma negra, que incomoda. Risos...
Eu: O que é necessário para
enfrentar essa discriminação em relação ao negro?
Ela: - Primeiro é estudar muito,
renovar sempre seus conhecimentos, procurar ver a questão do negro em outros
países e criar espaços para que outras pessoas se entrosem e venham a formar um
verdadeiro “Movimento Negro Organizado” e só assim, e só assim é que seremos
mais fortes para enfrentar e vencer qualquer tipo de discriminação.
Eu: É importante para o negro a
valorização de sua cultura?
Ela: - Sim, através da capoeira, uma rodinha de samba, do pagode, da
poesia, dos hábitos, dos costumes como: “ uma caipirinha”, que o negro gosta,
da macumbinha(rsrsrs), do candomblé, e principalmente, da alegria que não pode
faltar, é do negro, vem da alma, de sua cultura e também da África.
Eu: Dorinha, fale um pouco da
história, da vinda do negro para Currais Novos!
Ela: - Os primeiros negros que
aqui chegaram, vinham de Pernambuco e sei que vieram cuidar dos Currais. (...)
e nessas idas e vindas chegaram também meus parentes, desta vez da Paraíba.
Meus Pais vinham de lá, mas se
conheceram aqui filhos de famílias escravas e posteriormente de “tropeiros” e
foram em tropas de animais que aqui eles chegaram.
Eu: E como foi sua infância?
Muito feliz, numa família muito pequena, eu, Chico de Berto e Dolores. Toda
vida gostei de estudar e quando era mocinha surgiam muitos convites para
trabalho, mas sempre como empregada doméstica. Papai queria, mas eu não, e
certo dia, num período de férias, o Capitão Rubens Pereira veio procurar-me
para que eu fosse ensinar aos filhos dele, os trabalhos do colégio, eu fui.
Queria me levar para o Rio de Janeiro. Hoje, quem sabe, eu seria uma “Benedita
da Silva”... risos. E desde esse tempo sou Educadora com muito prazer.
Eu: Dorinha, e os costumes do
Negro em nosso município?
Ela: - São tantos... Eles
costumavam, com rezas, apagar incêndios, curar as chamadas “bicheiras”( feridas
em animais)ou desengasgá-los, e ainda, para desengasgo viravam um “tição de
fogo” (pedaço de madeira queimado), e tantos outros... Dizia-se que um desses, era
Seu Bispo, um Senhor que hoje deve ter uns 100 anos e mora lá no “Paizinho
Maria”.
Eu: E a respeito dos grupos “negros”
em Currais Novos? Sim, temos os do “Bom Sucesso”, que são conhecidos como
“Negros do Riacho” e os do Totoró (Os Negros do Ludugérios), por sinal eles
ficam até muito tristes por não serem reconhecidos como grupo. E aqui na
cidade, as famílias negras tinham uma concentração maior, ali, nas proximidades
da Escola Municipal Salustiano Medeiros, perto da Pedra do Rosário. Naquela
pedra os negros subiam quase todas às tardes, para fazer suas orações, por isso
denominada “Pedra do Rosário”. E grupos existiram dois que Eu e Joabel
resgatamos na época em que Ele foi Secretário de Educação (Administração
Mariano Guimarães). Eles eram todos negros e do Bairro de “Santa Maria Gorete”
e mantinham todo um Ritual: A festa do “Congo”, no mês de outubro, onde o Rei
passava três dias com a “COROA”, andavam nas ruas, principalmente na feira,
saudando as pessoas, às vezes alguns davam dinheiro a eles, só para manter a
tradição, rezavam na Pedra do Rosário e tocavam pífanos, ETC. E tudo,
fazia parte da lenda de um Rei que tinha recebido um “Rosário” e perdendo esse
“Rosário”, ficou muito triste e obrigou aos negros procurarem, caso não o
encontrassem, dentro de três dias,” a peia comia” e se eles achassem, o Rei
daria a eles a “COROA”, durante exatamente três dias. Conta ainda a lenda que
os negros fizeram preces e acharam o “Rosário”, ficando assim denominada a
“festa do Rosário”, em cuja festa o negro é o Rei. Tudo era muito bonito,
tínhamos também a “Rainha do Congo”, Dona Charita, casada com seu Manuel Bugi e
a sede era ali mesmo, na Capela de “Santa Maria Gorete”, mas, como os negros
gostavam muito de tomar uma pinguinha e dentro da igreja ficava um cheiro de
cachaça, então, Padre Cortez não gostou e também com a morte de Seu Tadeu o
“Rei do Congo”, o grupo acabou.
E como você conseguiu ser “NEGRA”
e Secretária de Educação em nosso município de Currais Novos? É aí que está o
nó. O racismo é, na verdade o ódio. Existem pessoas que me aceitam bem, mas há
outras que não gostam de mim, mesmo sem me conhecer, e quando a gente assume um
cargo, onde, quem deveria estar lá, talvez, fosse uma branca, enfrentamos
alguns problemas. , Entretanto, sempre procurei estar preparada para lidar com
as pessoas, porque o negro tem que sempre fazer mais e melhor, a fim de obter o
espaço definido, na sociedade. E consegui ser Secretária, principalmente,
porque meu Chefe Político, o saudoso Gilberto Lins, tinha muita coragem e me
colocou, na Secretaria em dose dupla. E hoje me sinto feliz e certa do dever
cumprido. Eu não gosto de dizer o que fiz, espero que as pessoas reconheçam,
mas acho que fizemos muita coisa, exemplo: A criação do carnaval de todos os
tempos, o forronovos, o carnaxelita, atenção especial ao atletismo, etc.. Fui
Secretária por duas vezes, a primeira no governo de Bitamar, informada por Dr.
Gilberto Lins, nessa época o destaque foi a ALFABETIZAÇÃO, pelo MOBRAL...
Eu: - E a negra na política? É a
mesma coisa, não é fácil, você observe que, na Câmara municipal, a única negra
foi Lourdes de Virgovina e com muita luta.
Eu: Uma mensagem Dorinha?
Ela: - Vou deixar uma do escritor
Gilberto Freire: “ Todo Brasileiro, mesmo o alvo, de cabelo louro, traz na alma, quando não na alma e no corpo, a
sombra ou, pelo menos a ginga do negro” Um grande Axé para todos.
Auridete Alves Cesário Dantas
NEGROS
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NEGROS DOS LUDUGÉRIO - TOTORÓ |
quinta-feira, 7 de setembro de 2017
Compreender os propósitos de Deus muitas vezes pode ser uma tarefa bem difícil, principalmente quando a tristeza bate na nossa porta porque acabamos de perder nossa TIA FÁTIMA, mas Deus sempre no comando e glórias sejam dadas a ELE, até nas adversidades.
ATRIBULADA ORAÇÃO
Se eu escrevesse outrora
Nas mais mal traçadas linhas
Eu colocava pra fora
Tudo que aqui continha
Mas, eu escrevo agora
Nessa tecnologia
Não sei se essa era a hora
Se uma metáfora cabia
Embora, em todos os tempos
Coração é o ligamento
Que faço a minha poesia
Cá dentro do coração
E com grande ansiedade
Vou "digitando" a saudade
Repleta de emoção
E no meu "computador"
Como a Ana atribulada
Vou registrando calada
Pedindo a Nosso Senhor
Livrai-me da minha dor!
Que meus desejos frustrados
Sejam em mim, controlados
Alegrando o coração
Ainda tenho.esperança
Que Deus na sua bonança
Ouça a minha oração!
|
7 de setembro de 2017Hoje a TRISTEZA nos faz mais uma visita. A gente nunca está preparado para a morte, mesmo esperando. E com muita saudade, muito carinho dedicaremos este dia para relembrar os bons momentos que foram compartilhados com você TIA FÁTIMA por toda nossas vidas que Deus nos proporcionou aqui na terra.
Hoje amanheci lembrando outra vez da minha mãe e da minha infância que
ainda permeia a minha mente, inclusive, às lembranças, por ocasião da visita do Ex -Presidente Médici a nossa cidade de Currais Novos/RN. Naquela época, quando caminhava pegada na mão de minha mãe, em uma das ruas da minha cidade indagava para ela, onde O Presidente, iria ficar hospedado e imediatamente ela, com ares amedrontado, sinalizava que esse nome de Presidente não podíamos nem pronunciar. Eu sei que o processo de independência do Brasil foi árduo, com muito sofrimento, mas neste
7 de setembro volto a sentir medo, como naquela época, com um diferencial, não tenho mais nenhuma mão para me proteger, como fazia minha mãe. Ao contrário,depois de tantos acontecimentos,de gritos que ecoavam Liberdade! , Democracia!, somos reféns de bandidos de toda espécie, de colarinhos "BRANCOS", "AZUIS", "VERDES" E "AMARELOS" - AMARELO de vergonha de ser brasileira neste momento. Esse é o nosso Brasil , sem ORDEM, SEM SAÚDE, SEM SERVIR E SEM SABER às estradas que nos conduzirão.
quarta-feira, 6 de setembro de 2017
POESIA -(AURIDETE) - TEMPO DE DEUS
É um poema que retrata o tempo da infância, com tudo de belo e simples até o cantar dos canários do sertão e a saudade e o amor que DEUS prega em nossos corações. Auri
A VOZ POÉTICA DE AURIDETE ALVES - CURRAIS NOVOS/RN
TEMPO DE DEUS
Eu nasci ouvindo os cantos
Dos canários no sertão
Do concriz vendo a beleza
Na casinha, no oitão
Ouvindo o som do riacho
Da cachoeira água fria
Do chão sentindo o bafejo
Todo tempo que chovia
E pra falar com certeza
Não me faltava riqueza
Dada por Deus, SALVADOR
Eu, assim apreciava
Logo bem cedinho orava
Como mamãe me ensinou.
Ela também me falava:
- Na vida tudo tem fim!
Eu ficava imaginando...
Que gente, povo ruim?
Como é que tem coragem
De acabar com a paisagem
E matar os passarim?
Depois ela me explicou
Do livro da natureza
Deus deu a vida e riqueza
E tudo que nele há
Mas, sem querer alarmar
Ela falava baixinho:
- Por isso digo a vocês
Em Eclesiastes 3
Ele deixou um Decreto
Tudo no tempo correto
Deus fez tudo bonitinho
E nada melhor não há
Do que o homem praticar
Sempre o bem e ser bonzinho.
Respirei aliviada
- Graças a Deus! Eu gritei.
Homem ser bom, tá na Lei
Da palavra do Senhor
Tudo no tempo correto.
Está lá no seu Decreto
Nunca ninguém desmanchou.
Por isso, meus passarinhos
Ele não deve matar
Pois são como os animais
O mesmo destino há
Vieram todos do pó
E vão pra o mesmo lugar
Recordei com emoção
Em Deus toda confiança
Das coisas da criação
A palavra sempre alcança
Em todo tempo e lugar
Vem Deus Pai a nos provar
A sua grande aliança.
Auridete
domingo, 10 de junho de 2012
SÃO JOÃO!
SÃO JOÃO!
São João rolando,
Menino chorando,
O forró lascando,
Inda vai aumentar,
São João Véi Doido,
Essa é uma cena,
Aqui na ARENA
Pro povo brincar.
Os fogos explodindo
O povo sorrindo
Alguém discutindo
Eu ouvi dizer
Que se eu "QUERER"
Não tem isso não
Aumento o São João
Mió PRA VOCÊ!
A minha sobrinha
Tão jovem e tão bela
Da sua janela
Se pôe a pensar:
- Que São João ingrato!
Me trouxe uma dor
Que nem com o amor
Eu pude dançar!
Auri
segunda-feira, 6 de junho de 2011
UM POUCO DE NÓS
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MEU QUERIDO FILHO MOACIR 1 |
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EU E MEU QUERIDO FILHO MOACIR 2 |
Eu e os meus outros eus, mas todos profundos e da alma. |
quinta-feira, 5 de maio de 2011
O TOTORÓ EM FESTA
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Isso é que é felicidade. |
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chuvas 2011 |
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Ei Zefinha...Tudo pela Educação... |
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Zefinha isso é que é difícil acesso hem.. |
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Professora não perde a pose, nem na chuva... |
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O professor também deve estar sujeito às constantes adaptações... |
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Educação como Prática Corporal segue as novas propostas para o ensino de educação física... |
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Estás em forma professor! |
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A importância da prática corporal. |
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Eta difícil acesso mesmo... (2) |
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E o ônibus nos esperava do lado de lá |
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O professor também deve estar sujeito às constantes adaptações. |
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Obrigada, meu Deus... |
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Os professores dirigem-se para o coletivo, no outro lado do rio |
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Quem quando criança, nunca brincou na água de um rio... |
Aqui tudo é festa...Tudo é alegria...E quem diria??? Assim estamos todos nós, professores do Totoró, cantando uma melodia que nos fala assim: Jogue tuas mãos para o céu
E agradeça se acaso tiver
Alguém que você gostaria que
Estivesse sempre com você
Na rua, na chuva, na fazenda
Ou numa casinha de sapê...
E agradeça se acaso tiver
Alguém que você gostaria que
Estivesse sempre com você
Na rua, na chuva, na fazenda
Ou numa casinha de sapê...
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